O gás natural tende a ser a principal fonte de energia primária ainda neste século.

Em uma transição mundial para um crescimento econômico cada vez mais sustentável, ele representa a alternativa mais simples para limitar a dependência energética do petróleo e do carvão, principais responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa.

Sua principal diferença é a combustão limpa, que reduz as emissões de CO2. Sua adoção contribui para a melhoria da qualidade do ar porque praticamente elimina a emissão de óxido de enxofre, fuligem e materiais particulados.

Na comparação com as energias renováveis, a viabilidade econômica do gás natural é um diferencial. Além de dependentes do sol e do vento, as tecnologias intermitentes exigem investimentos pesados em linhas de transmissão. Já a construção de usinas hidroelétricas tem impactos socioambientais: o alagamento de regiões, o reassentamento de populações e a preservação da biodiversidade.

Com reservas imensas já descobertas no País, o gás natural figura nas próximas décadas como uma energia de transição para a chamada “economia verde”: é uma opção com oferta disponível, economicamente viável e ambientalmente sustentável.