O gás natural é uma alternativa para a produção de eletricidade, seja em usinas termelétricas ou através de plantas de co-geração.
A construção de uma termelétrica é mais rápida que a de uma hidrelétrica; os custos, assim como os riscos, são menores, pois a obra é mais simples e não envolve a remoção de povoados, fauna, flora, como acontece com freqüência no caso de alagamento de áreas para o enchimento de reservatórios de hidrelétricas.
Além disso, as usinas termelétricas podem ser construídas próximas da fonte consumidora de energia, evitando perdas na transmissão da eletricidade.
No Brasil, o gás natural começa a ganhar espaço na matriz energética. O governo federal tem como meta elevar a participação do gás natural de 8,9% (em 2005) para 15% em 2015 (fonte: Petrobras). A Comgás distribui o gás vindo da Bacia de Campos, Bacia de Santos, e da Bolívia.
Em 2005, a Comgás atendia a duas termelétricas e a treze projetos de co-geração. Para 2006, foram firmados oito novos contratos de adoção do gás natural em projetos de co-geração. O setor deve crescer significativamente nos próximos anos, e a expectativa é que, a médio prazo, o mercado de geração e co-geração venha a se tornar um dos principais negócios da Comgás.
Co-geração, uma alternativa para a escassez de energia
O papel da Comgás na co-geração
O mercado descobrindo a co-geração
Empresas brasileiras que utilizam o processo de co-geração com gás natural
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