Um combustível limpo que gera baixíssima emissão de poluentes e melhora sensivelmente as condições ambientais, contribuindo para a redução do efeito estufa. Assim é o gás natural, que, devido à sua composição, produz queima limpa e uniforme, com muito menos fuligem, particulados e outras substâncias que prejudicam o meio ambiente.
O setor industrial, em todos os seus segmentos, investe grande porcentagem de sua receita anual em proteção ambiental, otimização de energia, saúde e segurança.
As discussões sobre as tendências e as novas tecnologias de produção e o uso de combustíveis que contribuem para preservação do meio ambiente ganharam força também junto aos órgãos governamentais. Esses órgãos se comprometem a aumentar o uso das energias renováveis e o rendimento no uso de combustíveis, fomentar a co-geração e aumentar o uso do gás natural, devido às suas vantagens ambientais.
Neste cenário, cresce a importância da política de incentivo à utilização do gás natural em maior escala. Suas vantagens tecnológicas, de segurança, e principalmente ambientais, fazem do gás natural a melhor alternativa na melhoria da qualidade do ar e na diminuição da emissão de gases que causam o efeito estufa. Isso vem proporcionando grande facilidade na obtenção dos certificados de qualidade ambiental pelas indústrias.
Comparado aos óleos combustíveis, carvão, lenha e gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás natural é o combustível de origem fóssil que tem o menor impacto sobre o meio ambiente e o que gera menos resíduos e emissões.
Além de reduzir os custos operacionais, o que evita gastos com manutenção e compra de equipamentos anti-poluição, pode ser útil também na co-geração de energia elétrica e na climatização (ar quente ou frio).
Além da contribuição para a preservação do meio ambiente, o gás natural também colabora com a melhoria da qualidade de vida da população. A sua utilização nos grandes centros urbanos, em substituição a outros combustíveis, reduz a emissão de poluentes e evita a produção de cinzas e detritos.
Sem dúvida, o gás natural é uma das melhores alternativas na resolução de problemas relacionados às mudanças climáticas, especialmente em um momento em que as dificuldades econômicas são uma barreira considerável à viabilização de tecnologias alternativas que não utilizem o carbono.
Desde a privatização da Comgás, em 1999, a utilização de gás natural no estado de São Paulo vem crescendo significativamente. O gráfico abaixo demonstra o movimento das conversões e o gás natural agregado:

Como conseqüência deste processo percebemos um movimento de grande redução nas principais emissões de gás carbônico, material particulado e dióxido de enxofre.
O quadro seguinte demonstra o nível de emissões de poluentes em caldeiras industriais, comparando o gás natural com óleo diesel e óleo pesado:
| emissão (g/kWh) | gás natural | óleo diesel | óleo pesado |
| CO2 | 183 | 248 | 275 |
| Particulados | mínimo | baixo | alto |
| SO2 | isento | 0,32 | 0,35 |
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